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A mudança é gradual, leva tempo, mas tudo continuará como está. Tenham paciência, plis. E se alguém souber tranferir os comentários do Disqus de um blog pra outro, apreciarei a ajuda. Não queria perder tudo o que vocês comentaram por aqui :’(

Tá vendo como o Tumblr me fez mal? Virei emo também :’((( HAHAHA

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Shameless 1x05 - Three Boys

(Com Spoilers!)

Episódio ruim, heim.

Porque na maior parte do tempo, não teve um conflito direito - o cara era casado, mas a Veronica achou TRANQS. Depois apareceu o irmão maluco da noiva, que me soou muito improvisado - “putz, precisamos de um problema”, sabe? “Tá todo mundo muito feliz”. Fora que eles não precisaaaavam do dinheiro do casamento, então nada do que eles faziam tinha muita importância.

NUMImporto o mínimo se a Fiona vai ficar com o ladrão ou com o policial porque já cansamos da “biscat que fica em crise porque sempre escolhe o cara errado”. Mas essa série tem um climinha interessante, então várias coisas bobinhas se salvam. O Frank achando que ia morrer tava legal, o jeito de eles conseguirem o padre foi a melhor coisa do mundo, teve a enfermeira fumante (a mãe do Mac em Always Sunny), eu gosto da Joan Cusack tentando sair de casa e o cliffhanger foi legal.

Mas muito aquém do nível dos quatro primeiros episódios. Não pode elogiar?

Grey’s Anatomy 7x13 - Don’t Deceive Me (Please Don’t Go)

(Com Spoilers!)

Gostei que pelo menos agora a Arizona e a Callie tem um problema de verdade e não ficam mais discutindo qual das duas é mais lésbica ou menos lésbica. A parte com a médica cujo cabelo não combina com a cara me irritou - o resto dessa parte não muito. Achei Ok.

A Bailey é tão legal que até a história dela twittando, a coisa mais retardada e didática do mundo, ficou decente. Nem o Chief versão comédia estragou a parada - e olha que eu odeio o Chief versão comédia, que vem sempre acompanhado da musiquinha de VEM TRAPALHADAS POR AÍ KKK - putz, que raiva disso. Gostei da parte da Cristina e gostei dos testes do Derek com a Rose de Lost, do negócio do placebo e tal. Mas essa parte foi toda muito feita pra chorar, né? Só que não funcionou, fuém.

Curti o episódio (o Owen que dirigiu, né?), mas é muito aquele meio de temporada padrão de Grey’s, né? Em que as coisas que importam se arrastam por um tempão e o que não importa a gente tem que dar um jeito de aguentar.

Parks and Recreation 3x03 - Time Capsule

(Com Spoilers!)

Outro episódio sensacional de Parks and Recreation. O pior desses três primeiros, ouso dizer, mas muito muito bom.

Teve os slogans de Pawnee (“Pawnee: Welcome, German soldiers. Pawnee: Welcome, Vietnamese soldiers. Pawnee: Welcome, Taliban soldiers.” HAHAHA), teve as nove cápsulas do tempo, as combinações improváveis de personagens que dão muito certo (tipo o Andy e o Chris), o Jerry estragando o vídeo e o Tom descobrindo Twilight. Tudo afinadinho, todas as piadas funcionando muito.

E óh que nem o Will Forte, que eu odeio, conseguiu estragar a festa. Aproveitar que to falando em defeitos: a namorada do Tom serviu pra quê? E os finais fofinhos que mostram como a Leslie é competente são legais e tal, mas tão meio descarados demais e vão começar a me incomodar daqui a pouco. Ou não, sei lá. É que eu lembro da época em que tudo dava errado, em que tinha um buraco gigante durante uns vinte episódios, e já começo a rir.

Community 2x14 - Advanced Dungeons & Dragons

(Com Spoilers!)

Em primeiro lugar é importante que vocês saibam que, como jogador antigo de Dungeons & Dragons, minha opinião sobre esse episódio pode ser um pouco tendenciosa. Em segundo lugar, esse é, com certeza e indiscutivelmente, o melhor episódio de qualquer coisa já feita na história da televisão mundial.

Se não tanto, alguma coisa muito próxima disso, porque independentemente do tema e das referências (“The group began to describe themselves walking. And as they described themselves walking, so did Abed confirm that they walked… - I walk with them.”) foi muito, muito engraçado. Teve a Annie e o Abed descrevendo a cena de sexo no estábulo, teve os nomes (“Annie the Dayplanner”, “Troy the Obtuse”, “Shirley the Cloying”, “Abed the Undiagnosable”, “Grandpa the Flatulent”), teve o Señor Chang (“I’m an elf, not a nerd”), que foi engraçado - mas ele não tá meio pastelão ultimamente?

A Britta the Needlessly Defiant, me fez dar muita risada (“I want to know why these goblins are attacking us! Maybe these woods are their rightful land!”), o Jeff the Liar, foi um ótimo herói - coisa que ele não costuma ser muito (“If that’s sarcasm, I can’t tell, because everything in this game is silly.”). Foi tudo bem feito, a trilha sonora foi ótima e a direção excelente. Teve a aberturinha especial, um dos melhores finais ever com o Abed e o Troy e a história ainda terminou com um momento de aquecer o coraçãozinho.

PORÉM, porém… Pensando nesse episódio e no anterior, eu me (E VOS) pergunto: Por que o Pierce, the Insensitive AND the Dickish, ainda é parte desse grupo?

Ou ele é totalmente irrelevante ou ele é como foi: Desagradável. Na comédia, ele tem uma função que não fica muito clara pra mim. Aqui, por exemplo: Por que o Señor Chang não fez o papel do naked man? Teria sido mil vezes melhor e indiretamente ajudaria o Fat Neil da mesma forma. Dentro do grupo, a função dele é mais confusa ainda. E ele nem aprendeu uma lição no final (bom, na verdade aprendeu, mas muito, muito pouco), que nos fizesse ver que o personagem está se desenvolvendo de alguma forma que valha a pena acompanhar - e que valha o esforço do grupo em mantê-lo por perto.

Mas só pra concluir: Eu podia assistir esse episódio por umas 5 horas.

Extra: Comentários dos atores, do produtor e making of do episódio AQUI.

V 2x04 - Unholy Alliance

(Com Spoilers!)

A parte da Anna no Vaticano foi uma tentativa fracassada, porém valida de discutir religião e fé numa sci-fi pastelão que nem V. A parte da Erika com a Quinta Coluna terrorista foi legalzinha e serviu pra amarrar a morte da Malick. As histórias todas desse episódio foram bem contadas, quase tudo fez sentido, nada foi ridículo demais.

LOOOGO, odeiei. Puta episódio chato.

Porque é muito simples: V não é boa o bastante pra ser levada a sério nem quando é boa o bastante pra ser um dos melhores (ou o melhor?) episódios da série até agora. Fim da explicação.

Ressalva a tudo que eu falei pra mãe da Anna comendo a cabeça do padre e pro filho burro da Erika que esqueceu o celular na cena do crime - e como se isso não fosse prova o bastante, ainda tinha um video do crime gravado no celular HAHAHA. Só isso me dá esperanças na vida pra continuar acompanhando.

Shameless 1x04 - Casey Casden

(Com Spoilers!)

Ao contrário de todo mundo que comentou no último post, eu gosto do Frank. Os discursos republicanos dele contra os planos de saúde do Obama são sensacionais - apesar de que, beleza, o “relacionamento” dele com a Joan Cusack é meio inverossímil demais. A menininha ruiva é a melhor atriz do mundo e devia ser a protagonista, porque até agora, ela é a única que ainda pensa e sente como um ser humano identificável naquela casa - Mas todos os personagens são legais. Se não rola empatia, pelo menos as coisas que eles fazem divertem (como roubar a bicicleta da gorda hahaha).

E pô, esse episódio inteiro foi legal. Tudo funciona muito, tudo faz sentido, a história é bem contada e o negócio tem ritmo. O que é pra fazer rir, faz rir - tipo as fotos dos irmãos, da última vez que a família foi separada, tipo a ruivinha doida no final do episódio (ALIÁS: Todo episódio tem a ceninha depois dos créditos? Primeira vez que eu vejo, dammit) - e o que é pra emocionar e dar um nó na garganta, emociona e dá um nó na garganta. Essa afirmação vale mais pro fim do episódio anterior, quando eles devolveram a Aunt Ginger ao asilo, porque nesse episódio aqui não teve muito um momento de emoção. Mas o questionamento da Fiona, se ela tava estragando as crianças, foi legal. É importante ver esses personagens parando um pouco pra analisar a maluquice que é a vida deles.

Gostei do casamento e da revelação final, mas, meu, certeza que o cara não era casado no Shameless original. Isso é muito coisa de série americana, né? Alguém confirme a minha teoria, por favor.

Melhor episódio até agora? Eu acho que sim, heim. Achei bom pra caramba!

Extra: Pra quem gostou da abertura, dá pra baixar de graça (e WHAT?! Não é pirata!) no site da banda: http://www.thehighstrung.com/

Episodes 1x04 - Episode Four

(Sem Spoilers)

Eu, tolinho, querendo que essa série fosse sobre mais coisas que a adaptação de um programa da tv inglesa. E FOI. Só que também foi a pior coisa que eu vi em muito, muito tempo. Conclusão: Essa série tem que ser sobre MENOS coisas. E a minha sugestão é que ela seja, por exemplo, sobre um casal inglês que nunca conversa com outras pessoas e depois morre.

A mulher é muito megera. Puta personagem chata que fala tudo com sarcasmo. E sério, é tudo tão besta, as piadas são tão ruins, que parece que elas foram escritas pra uma série com claque, mas depois tiraram a claque. Sabe aquele video de The Big Bang Theory sem as risadas da platéia? ISSO.

O draminha das crianças foi retardado, foi mal escrito, não funciona esses personagens estarem se afeiçoando uns aos outros e a viagem de carro foi a coisa mais estúpida que eu vi na vida (contando as estréias do fall season de 2010, veja você). Larguei.

30 Rock 5x12 - Operation Righteous Cowboy Lightning

(Com Spoilers!)

Uma parte da piora de 30 Rock e Community em 2011 é por causa da comparação com Parks and Recreation, que voltou demais. A outra parte da piora, acho, tem a ver com o fato de que não dá pra fazer 22 episódios geniais numa temporada. Community e 30 Rock não tem sinais de cansaço, nem nada. 30 Rock, especialmente, não tá fraca como na temporada passada, então não to preocupado.

Mas é que aconteceu muita coisa nesse episódio. E eu não sei se as histórias foram meio ruins porque aconteceu muita coisa e não deu tempo de contar tudo direitinho ou se aconteceu muita coisa nesse episódio porque as histórias eram meio ruins e eles tavam tentando compensar qualidade com quantidade.

Teve a história dos roteiristas (que foi BEM chatola), a parte da Liz e do Tracy (que não teve tanta graça) e do plano do Jack, que foi entediante, entediante, entediante, até fic— Não, esquece tudo que eu falei. Acabei de lembrar do Jack correndo desesperado quando descobriu que a ilha era do Mel Gibson e da Jenna com a performance de “help the people the thing that happened happened to”.

E ainda teve a Liz e o Tracy se confrontando com músicas do Billy Joel. Esquece tudo de ruim que eu falei. Foi tão sensacional esse episódio que eu até demorei para compreender a genialidade.

The Office 7x14 - The Seminar

(Com Spoilers!)

O encontro do Michael Scott com o David Brent foi, sério, a coisa mais legal já feita na história do universo. Terminou com um “That’s what she said!” e um “-Any jobs now? -No, not right now. -Just let me know” que deixou a gente imaginando se o Ricky Gervais vai mesmo substituir o Steve Carell. Só que não vai.

Já o resto do episódio mostrou muito claramente, pelo menos pra mim, que por melhores que sejam esses coadjuvantes, eles não são capazes de segurar a série nem unindo seus poderes em torno de um seminário ou de um jogo de Scrabble. O Andy, principalmente, que meu, não me empolga. Dei risada com o Kevin vomitando (HAHAHA), com a Kelly Business Bitch, com o Creed falando do monstro do lago Ness, com o Michael e a Holly imitando gregos, mas a impressão que deu é que foi muito esforço e muita mobilização, pra um resultado, no geral, muito insatisfatório.

Community 2x13 - Celebrity Pharmacology 212

A reação das crianças, uma parte importante da história, foi toda meio forçadona, né? Assim como foi forçada a reação do grupo à participação do Chang no teatro. Não acho graça nessa obsessão do Dean com o Jeff e meio que a gente já viu todas essas histórias em outros lugares (o teatro anti-dorgas, o personagem que empresta dinheiro e chantageia o outro, a confusão nas mensagens). O Pierce, caramba! Foi chato demais! (Dizem que o Chevy Chase é EXATAMENTE assim na vida real). E pela primeira vez na história, com a participação no teatrinho, o Señor Chang me deu vergonha alheia.

Tudo deu errado, quase nada teve muita graça. Faltou inspiração, acho, mas não foi de todo ruim. Eu curto os personagens e algumas piadas foram bem boas. Mas acho que foi o episódio mais fraco desde que Community engrenou, lá no meio da primeira temporada. Então vamos esperar que esse seja o pior episódio que Community vai fazer na história. Vamos considerar que a série voltou em 2011 tomando um ar, respirando, e que já vai começar a correr de novo.

Por mim, tudo bem. Essa série merecia um descanso.

Parks and Recreation 3x02 - The Flu

(Com Spoilers!)

Não, sério. A Amy Poehler é a melhor atriz do mundo. Ela doente é muito real e alucinada pelos remédios é coisa de gênio (“Oh, boy. The floor and the wall just switched. Walk veeery carefully”). O melhor do episódio é que a palhaçada toda (no bom sentido) dela e do Rob Lowe tiveram um propósito: Ela pareceu mais forte e ele pareceu mais fraco (“Stop… pooping” - HAHAHA). Foi muito, muito bom.

A Ann tá longe de ter as habilidades de comédia do resto do elenco - mas tá melhor que quando ela namorava o Mark -, a April foi mala de verdade e metade das piadas tavam nos promos da temporada, mas putz, óh: Top 5 episódios da série, falae. Não, top 10.

Foi bonitinho a Leslie falando na câmara do comércio e depois com o Ben no hospital, dei muita risada com o Ron correndo atrás do Andy e rindo igual criança e, meu, sei lá. Lembrem mais coisas. Foi legal demais.

Shameless 1x01 - Pilot - 1x02 - Frank the Plank - 1x03 - Aunt Ginger

(Sem Spoilers)

Todos os personagens são legais, exceto a filha mais velha, que usa o cabelo desgrenhado pra mostrar que é pobre sufrida (mas sabe pobre com orgulho? Afe) e não tem tempo de se preocupar com sua beleza porque tem que cuidar dos 16 irmãos. Os atores também são ótimos, a série é toda cool, a abertura é sensacional, as histórias são bem contadas, o roteiro é muito bom e a trilha sonora é espetacular. Shameless tem tudo no mundo que uma série boa tem que ter e mais um pouco. Os três primeiros episódios são excelentes - o primeiro é meio forçadinho, mas o terceiro é o melhor.

POR OUTRO LADO, por outro lado, todo mundo é errado demais. É criança roubando e bebendo cerveja, família unida fumando maconha, pai alcoólatra, namorado ladrão, vizinha stripper. Fica muito “ah, vamos chocar”, sabe? Mesmo motivo de eu não ver Skins. É igual o @gpoulain falou: O adolescente gay precisa ter um caso com o chefe que é mais velho, é islâmico e ainda por cima é casado e tem filhos?

Outro problema é que a série já tá envolvida demais nos dilemas do casal protagonista, que, DETALHE: São a Bulma e o Goku do filme do Dragon Ball! Ou seja.

Outra é que Shameless é uma versão de uma série britânica que tem, pára e pensa: 89 episódios. Usando a regra “The Office” de conversão de séries inglesas, conclue-se que a versão americana terá… Humm… 74 temporadas! Vai durar pra sempre esse negócio!

Aí dá preguiça de ver, por melhor que seja a parada.

Episodes 1x03 - Episode Three

(Com Spoilers!)

Gostei dos dois primeiros episódios principalmente porque essa série pareceu ser sobre alguma coisa maior que a adaptação de um programa da TV inglesa. Esse episódio me deu a impressão contrária e isso desencadeou uma série de eventos que me levaram a perder a (pouca) empolgação com essa série e a detestar esse episódio.

Eu, por exemplo, teria ficado muito interessado se de repente, largassem os bastidores da adaptação e fossem falar do restaurante do Matt Leblanc. Não falaram, beleza, mas então eu percebi que o Matt não parece uma pessoa real - parece um personagem - e principalmente porque ele não tem vida nenhuma. Ele não existe fora da série que eles tão fazendo.

As coisas que ele fala só pioram a situação, porque tudo parece muito “vamos ser politicamente incorretos, porque assim fica parecendo a vida real” - tipo os comentários sobre ele ser bem dotado. É engraçadinho e o Matt é, de longe, a melhor parte da série, mas tudo parece muito ensaiado, muito ESCRITO. Ele tá fazendo o papel dele mesmo e mesmo assim não parece uma pessoa.

Já a Beverly, bom, cansei dessa mulher - ela é sarcástica demais o tempo inteiro (humor inglês não é só isso, americanos). FORA QUE 1) Eu não sei até que ponto ela tem razão em ficar tão irritada com as mudanças na série (o marido dela não tá nem aí) e 2) As indiretas de que ela está atraída pelo Matt Leblanc soam demais como um daqueles clichês, sabe? Com frases como “You can’t stand the idea there’s a woman who isn’t attracted to you”, o que prova determinantemente, pela lei da ficção, que sim, ela está atraída por ele.

O Merc é totalmente irreal e a cena no buffet foi ridícula, mas gostei que ele talvez coloque o Matt pra fazer a outra série. Ele é mais interessante como uma ameaça que como um personagem de comédia.

Outra: Impressão minha ou o episódio durou umas três horas?

Parks and Recreation 3x01 - Go Big or Go Home

RÁ! Tava morrendo de saudade da Leslie Knope e da sua tchurma muito louca!

Adorei porque todas as piadas funcionaram muito (“I’m looking at you, Jerry”), porque a Amy Poehler é tipo a mulher mais engraçada do mundo, porque eu sou fã do Ron Swanson e sua pirâmide da grandeza, porque teve várias referências à temporada passada e porque agora eles tem uma história contínua pra temporada - o festival. Ufa. Adorei por causa de tudo, acho.

Se vocês me torturassem por horas e horas, arrancando meus dentes com um clipe de papel, eu poderia dizer que o episódio foi um pouquinho - pouquinho de nada - focado demais nos relacionamentos. April e Andy, Ron e Wendy, Wendy e Tom, Tom e Lucy, Ann e o Rob Lowe, Leslie e Ben.

Se depois o Jack Bauer chegasse e batesse o meu dedo mindinho numa mesa de centro várias vezes seguidas, por dias e dias, eu poderia dizer que já que o estilo da série é de um documentário, às vezes não faz muito sentido que determinadas cenas estejam sendo filmadas. Mas é o tipo de lógica que os produtores tem que deixar pra lá pra contar uma história boa. E eu também poderia dizer que o Rob Lowe tá meio caricato (mas eu dei risada quando vi que ele usa pulseirinha Power Balance - HAHAHA - e quando ele chorou - HAHAHAHAHAHHAAHHA).

Por mais incrível que possa parecer, o episódio correspondeu às minhas expectativas infinitas. O que incomodou é resto.